terça-feira, abril 04, 2006

Diz-me o que vestes, dirte-ei quem és...

Os psiquiatras dizem:
A roupa é o espelho da nossa personalidade profunda, o barómetro dos nossos desejos. Este artigo vai pô-la a nu.

De ponto em branco
Num bom tailleur vintage, qualquer mulher sente-se jovem e bela. O estilo está cristalizado numa época e recorda um período faustoso da sua vida.
A análise: “O vestuário, porque nos cobre, ajuda a lutar contra a decadência do corpo e a alcançar um certo domínio no momento do envelhecimento. Estar sempre impecável é uma maneira de desafiar o tempo, como se ele não exercesse nenhuma acção.”

No último grito da moda

Não há dúvida: você é a melhor. Virtuosa do hype, fashion victim, detecta, antes das outras, a saia ou o blusão que vai fazer furor esta estação. Perfeccionista, trabalha o look como uma actuação, lê revistas de moda, passa as lojas a pente fino...
A análise: “Aspirar constantemente à vanguarda denota um forte desejo de rivalizar com as outras mulheres e, consequentemente, com a mãe. É uma questão edipiana. É, também, sinal de falta de autoconfiança. Sem toilette, esta mulher não se sente amada nem desejada. É ansiosa, mas também exprime uma grande criatividade. No fundo, é uma jogadora, uma audaciosa.”

A tendência para mudar o visual do outro
É incrível como uma mulheer pode transformar a imagem do homem que ama. Entre outras coisas, ensinou-o a cuidar da aparência. E ainda bem, porque não se suporta o desleixo.

A análise: “Uma preocupação tão grande com a aparência do outro mostra que o vê como um objecto narcísico, um prolongamento de si. Está muito atenta ao olhar dos outros e, no fundo, tem pouca autoconfiança. Não quer deixar transparecer nenhuma falha – sinal de que não aceita as suas fraquezas. Esta tensão permanente com uma auto-imagem idealizada está frequentemente ligada aos pais.
Em criança, deve ter sentido que esperavam dela algo de grandioso. Hoje, reproduz essa relação com o parceiro, através do vestuário. Desde que não seja tirânico, este ideal pode também constituir um poderoso motor que ajuda a crescer, alimenta a ambição e puxa o outro para cima.”

O chique clássico
Vestir-se respeitando a tradição, como a mãe. Preferir camisas brancas, impecavelmente engomadas, e materiais nobres, como a caxemira.
A análise: “Para esta mulher, o vestuário é um uniforme, umhábito social que mostra a pertença a um meio.
Não diz quem ela é, mas de onde vem. Indica uma personalidade que mascara a singularidade e controla as pulsões, mas encontrar um estilo próprio também pode ser o resultado de um bom autoconhecimento e de uma certa plenitude de desenvolvimento.
Depois de experimentarmos vários visuais, estabilizamos naquele que nos espelha, o que é sinal de maturidade e de uma personalidade apaziguada.”

Só preto

Com o preto, é simples: serve para todas as ocasiões e, além disso, evitam-se eventuais faltas de gosto.
A análise: “Todos temos nos nossos roupeiros peças básicas de cor escura. É uma maneira, através do vestuário, de ter um joker, de se conceder uma pausa. Extinguem-se as paixões, recua-se para uma posição de observador. Está-se menos com os outros que connosco próprios. No preto existe também uma relação com a ausência: é o corpo que está escondido. Além disso, as empregadas das lojas costumam dizer que o preto emagrece. O preto é também deliberadamente enigmático, uma enorme tela sobre a qual os outros projectam os seus desejos. Esta escolha de uma não-cor pode exprimir igualmente revolta, melancolia ou ascetismo. Expressa uma faceta um pouco teatral e mascara frequentemente alguma coisa de nós: cria-se uma personagem atrás da qual nos escondemos.”

Louca por acessórios

O roupeiro é a gruta do tesouro: sapatos de salto alto, botas, sandálias, carteiras de mão e à tiracolo... O pior é que nunca são suficientes.
A análise: “Os acessórios são aquele pequenino acrescento, aquele objecto destacável do corpo que simboliza, no inconsciente, o pénis. Através das inúmeras carteiras e sapatos, esta mulher exprime um desejo de omnipotência. É muitas vezes uma conquistadora, simultaneamente feminina e masculina, com uma relação muito assertiva com o poder.”

Encontei este artigo na revista Máxima e achei-o super curioso, por isso resolvi deixá-lo aqui!!

22 comentários:

Tetracloro disse...

Eu se pudesse ter a roupa toda igual para não ter de pensar o que vestir, ficava bastante agradecido. Beijinho.

Terreiro disse...

A roupa tem esse poder.
Para mim, se me sentir bem dentro da roupa que visto, até me corre melhor o dia. Isso é verdade!

Abraços

marco disse...

ganga e tishrt..mai nada..boa noite

Nekynho disse...

Bem... e quem anda sem roupa? lol

online disse...

Este é dos meus:))

Concordo quase na totalidade...
O homem tb pode alterar a imagem da companheira... actualmente o homem já sabe o que quer, o q comprar...
Simplesmente somos mais rápidos a comprar... não pensamos tanto.
Pessoalmente gosto de uma mulher versátil, que vista de tudo...naturalmente dependente do contexto e do local onde vai estar.

O beijo

Sol disse...

Como diz a outra: Com um vestido preto nunca me comprometo :)

Sol disse...

Eu visto de tudo, menos tons berrantes(amarelos verdes etc...)

Gosto de acessórios (botas cintos )

;))Beijinho

Paixão disse...

Xiiii, isto assim deixa-me a pensar.
É que não tenho um estilo definido. Depende do humor com que acordo. Vou desde me vestir toda de preto até usar cores fortes. Vou desde uma calças rasgadas e t-shirt larga até uma saia, collants de rede e top justo.

Isto quer dizer o quê? Que sou meia malukinha? eh eh. Fixe! Até gosto. Assim nem me canso de mim própria:)

Beijocas

a lice disse...

já tinha lido o artigo, e achei imensa piada!:)

Beijinhos.

hodiguitria disse...

Acho que não se aplica a mim...tenho dias! Uns dias mais cor, outros menos...uns mais confortável, outros menos...

arcoiris disse...

Porque será que conseguimos sempre encaixar-nos em alguma coisa? ao ler este artigo parece q foi escrito á minha semelhança e do q eu penso.Ta super giro

Miguel disse...

Eu gosto em especial do Azul!

Quem eu sou?

Bjks da Matilde

Wakewinha disse...

Acabei de vir de um blog que também o transcreveu, achas possível? =P Não há por lá um teste para fazer? Depois tenho de fazer essa dita análise psicológica ao meu guarda-roupa!!! =P

Beijito*

[Lê e Divulga!]

Alentejano disse...

Eu ando só com fio dental .....

Alexandre o Grande disse...

Eu acho que é:

Diz-me o que despes e dirte-ei quem és.... :)

BÓLICE disse...

LOL... copiei isto para o meu manual do engate, tem algo que pode ser muito útil. Obrigado

inté e bjkñ

salseira disse...

a mim nao se adapta

Jasmim disse...

O k a gente descobre!!!!
Engracado ;)

Bjs**

Dra. Daniela Mann disse...

Olha, nem de propósito! Vai ver o meu post de hoje! Estamos em sintonia!
Beijinhos,
Dani

Å®t_Øf_£övë disse...

Ana,
O artigo está muito interessante, mas eu gostaria mais de ler um sobre o tema: "Diz-me como te despes, dirte-ei quem és...".
LoL
Boa semana.
Bjs.

pisconight disse...

EStamos sempre a aprender...
;)

Anónimo disse...

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